'Can U undrestend my ingrish?!'

Quem acompanha o Unzip sabe que eu sempre comento que a sobrevivência de todo imigrante (independente do país de origem ou do escolhido para imigrar) depende quase que exclusivamente da sua capacidade de comunicação no idioma oficial do país que o receberá.


Você poderá ler os posts anteriores clicando em: "Do you speak English?" , "Trabalhar com educação no Canadá" e "Estudando para o IELTS".


Obviamente um estrangeiro sempre terá sotaque e manterá sons e ritmos da sua língua mãe que só um nativo é capaz de detectar. Mesmo os que já imigraram há muitos anos não perdem o sotaque com facilidade. Muitas vezes não o perdem nunca.

Manter o sotaque muitas vezes é uma característica interessante. Um estrangeiro falando português nos interessa já na primeira frase. Pode ser que isso aconteça pela nossa expectativa em conversar com alguém que tenha uma bagagem cultural diferente da nossa, pelo instinto de ajuda ao próximo ou simplesmente por adorar o novo som e ritmo que é dado ao nosso idioma.

Eu adoro ouvir um francês falando português, um brasileiro falando inglês, um árabe falando francês e sem dúvida um italiano falando qualquer outro idioma, mas tenho que ser honesta ao assumir que meus ouvidos não se habituam com o sotaque de um indiano falando inglês. Mesmo depois de muito tempo tendo alguns indianos como colegas de trabalho eu, apesar de já identificar algumas palavras e entendê-los por intuição, ainda fico achando que de duas uma: ou eu esqueci como se fala inglês ou os indianos é que criaram um novo idioma.

Quero deixar bem claro que este post não é 'preconceituoso' e sim fruto de um 'pós conceito' criado depois de muitas tentativas em entendê-los. Inclusive aqui estão alguns exemplos de indianos que brincam com o próprio sotaque!

- Russell Peters é comediante, descendente de imigrantes indianos. Nasceu no Canadá e vive em Toronto;
- Tracey Ullman é comediante Britânica (onde encontra-se muitos imigrantes indianos) radicada nos EUA e em seu show State of the Union apresenta a personagem indiana Padma

Divirtam-se!!!







Novo lay-out!

Depois de muitos testes e quebrando a cabeça para tentar recuperar o contador Bravenet que estava chegando a marca das 70.000 visitas eu cheguei a um template bacana, colorido e descontraido!!! Espero que vocês gostem!

Infelizmente o contador foi zerado! Se alguém souber como eu posso fazer para recuperá-lo, ficarei muito feliz! Caso contrário, posso dizer que o Unzip já passou das 70.000 visitas!!!



O blog está vivo!!!! E eu também!!!!!!


Que vergonha!!! Quando entrei no Blog hoje não consegui acreditar que desde maio de 2009 eu não escrevo aqui!!!! Não pensem que não tenho nada para contar!!! Ao contrário!!! Tantas coisas boas aconteceram nesses 5 meses que nem sei por onde começar!
Minhas viagens não param e cada vez mais pessoas estão interessadas em estudar ou mesmo imigrar para o Canadá. O Real está forte e a dúvida agora é: ficar mais forte para viajar ou cair para exportar? Quando o real fica mais forte em relação ao dólar, muitos aproveitam a chance para viajar. São tantas as promoções, opções, tipos de viagens que fica até difícil decidir para onde ir e de qual empresa comprar.
Muitos aproveitam o tempo de viagem para melhorar seu conhecimento no idioma. Outros aproveitam para fazer pequenos cursos profissionalizantes ou mesmo como hobby (caso de degustação de vinhos, golf e culinária). Infelizmente algumas pessoas (profissionais de diversas áreas) sentem-se "maduros" para iniciar um intercâmbio. São pessoas acima dos 28 anos, que já são formadas, atuam em diversas áreas profissionais e não podem mais perder tempo em salas de aulas com vários alunos, aprendendo o verbo "To Be" e indo a baladas. São pessoas que necessitam INVESTIR no aprimoramento do idioma.
Pensando nesse público que surgiu a Viplli. Empresa de cursos de imersão no exterior voltada para alunos que não podem perder tempo. A Viplli oferece aulas particulares no Canadá com professores certificados internacionalmente e com experiência profissional em diversas áreas, como finanças, arquitetura, banking, importação e exportação, medicina, odontologia, etc. O próprio tutor recebe o aluno em sua casa e o acompanha em diversas atividades como aulas de golf, degustação de vinhos, culinária, trabalho voluntário na área de atuação do aluno no Brasil. Desta forma, o aluno pode unir o turismo com o aprimoramento do idioma e enriquecimento cultural.
São muitos os e-mails que recebo de profissionais procurando um curso no exterior eficiente e com resultados comprovados, e de todas as ofertas no mercado, a Viplli é a empresa que melhor atende este perfil.
Além do curso no exterior o aluno tem um acompanhamento no Brasil e faz 2 testes (um antes do início do curso e outro na volta). O primeiro teste tem como objetivo definir o nível de conhecimento do aluno e orientar o professor no exterior. O segundo tem por objetivo comprovar o aprimoramento do conhecimento. O aluno quando volta também pode optar por ter aulas on-line com o professor nativo tendo todo o suporte no Brasil. Todo o tempo em que o aluno está no exterior ele é acompanhado virtualmente pela Viplli no Brasil, portanto, não tem essa de vender, embarcar o aluno e esquecê-lo! O apoio é total e integral.
Uma das coisas que mais gosto da Viplli é o 'student guide'. Um guia entregue ao aluno e ao tutor no exterior com todas as informações sobre as necessidades do aluno, o perfil, detalhes do nível de conhecimento do idioma e orientações para as aulas, os hobbies, interesses profissionais e pessoais. Desta forma, ao chegar ao destino o aluno não é um desconhecido para o tutor e vice-versa, já que o aluno também recebe todas as informações sobre sua estadia, atividades, plano de estudo e perfil de quem irá hospedá-lo e de seu tutor.
Todo o acompanhamento é feito pela coordenação pedagógica e administrativa da Viplli que juntas somam mais de 29 anos de experiência no ensino do inglês e cursos no exterior.

Why the hidden job market?


Eu não gosto de escrever em inglês aqui no Blog, mas já tem um bom tempo que li este comentário e achei que em traduzindo-o eu poderia mudar o sentido ou não transmitir a mensagem corretamente. Eu sempre tenho a impressão de que perdemos muito em uma tradução, mesmo quando feita por excelentes profissionais. Enfim!
"I worked for five years with newcomers to Canada as a pre-employment coach, and earlier in life I participated in an employment program. I'm sure many Canadian Immigrant readers are familiar with these goverment-funded programs, designed to provide information about Canadian employment practices and standards, resumé and interview preparation, and how to deal with the "hidden job market."
It all lloks reasonable and certainly many have benefited.
But why is there a hidden job market? And how did it become so institutionalized?
Employment programs tend to offer the explanation that companies have discretion in how they publicize jobs, that advertising is expensive and that process - from when the position is created to when it is filled - is time-consuming, in part because publicized jobs generate too many applications. And so many jobs are offered through limited channels.
For hteir part, governments do not want to interfere unduly in business practices.
I have never been able to reconcile the question of why, in a country that values democracy and free market, does there exist such a thing as a hidden job market? Should it even be called a "job market" if a significant part of it is hidden?
Try to imagine a similar tolerance for a hidden clothes market, a hidden car market or even a hidden food market. You know there would be no tolerance but rather a swift public response. The comparison is apt.
Governments expend a lot of effort attracting international investment and business precisely because they generate employment and tax revenues. Jobs are the lifeblood of the national economy. Employment rates are a measure of national economic health.
Business tax regimes, minimum wage levels and land use decisions are designed to optimize the ability of companies to generate more jobs. These factors are exclusively decided by government, usually after consulting with business leaders.
I would suggest that these incentives, these obligations governments readily make to the business community, create a corresponding obligation on business to be responsible to the Canadian public.
Everyone would agree that the nature of an employment position is 100 per cent within the power of the company. The company owns the position, but information about the position should be in the public realm. If a company is not prepared to publicize positions, it should fergo any advantage provided by government for the purpose of creating jobs.
What about the flood of applications companies will get? I suggest this occurs precisely because a large number of applicants are competing for the relatively few jobs that are actually advertised. This creates a situation where people apply speculatively for positions, taking a broad-stroke approach, submitting applications even though the may not be qualified for the particular position. This is not good for the applicant, and expensive for the company. If all jobs are advertised, applicants would be able to focus on those jobs that suit their skills, and companies would receive a higher quality batch of applicantions.
Furthermore, when jobs are hidden, does this not create a more fertile ground for discrimination? In the situation we have now, the old adage that I heard when I first came to Canada still applies, "It's not what you know, it's who you know." That can often result in hiring practices that can appear to be racist. It is not appopriate in a country as great as Canada. The development of an open job market will not address all newcomers' concerns and problems in fiding meaningful work, however. Perhaps it is enough if most business leaders begin to see that they are working agaist their own best interest by subscribing to the continuance of the hidden job market. They miss a lot of the available talent!"
D.D Miles Morton, Vancouver
www.canadianimmigrant.ca - September 2008.

AirCanada e TAM Linhas aéreas finalmente juntas!


Nossa, quanto tempo eu não escrevo aqui! Estava com saudades de escrever e dos comentários e e-mails de vocês que acompanham o Unzip!
Muitas coisas aconteceram de fevereiro para cá e um post será pouco para tantas novidades, mas uma ótima notícia merece uma atenção especial!!!!
Como boa libanesa que sou, (não sei se é mito, mas gosto da idéia de que os árabes são bons no comércio e sabem barganhar!) não vivo sem minhas milhas e os cartões fidelidades de várias empresas. Adoro quando troco por um bom brinde e mais ainda quando posso viajar de graça! (se bem que de graça mesmo não é, mas é quase!!!!).
Divulgando o meu programa de intercâmbio aqui no Brasil eu tenho viajado muito. Diversas vezes eu respondi aos e-mails dos alunos interessados em estudar no exterior graças ao tempo de espera que temos para embarcar! Fui de Norte a Sul do Brasil participando dos Salões do Estudante e feiras de educação e minha grande alegria foi trocar uma passagem de ida-e-volta do sul do Brasil para São Paulo apenas para visitar minha avó! Que delícia!!!!
Para muitos de nós que imigramos, visitar o Brasil faz parte dos planos e muitas vezes se torna inviável devido ao valor das passagens!
Agora, finalmente a AirCanada e a TAM estão unidas (leia aqui)e as milhas de uma empresa poderão ser usadas na outra. Aparentemente o acordo começou a valer em 29 de abril de 2009. Uma funcionária da TAM me disse em Fevereiro de 2009 que ainda não era possível utilizar as milhas da AirCanada para voar TAM pelo fato de que os sistemas ainda não estavam ajustados. Ela me disse que isso deveria acontecer até o final deste ano, mas ao que tudo indica já está funcionando!!!!
Eu acumulei muitos pontos da AirCanada pelas viagens que fiz (São Paulo/Toronto/São Paulo) e por ter o cartão de crédito fidelidade deles e a mesma coisa acontece com a TAM. Ao meu ver, a forma mais rápida de acumular pontos nas cia aéreas são: viajar por elas e usar o cartão de crédito vinculado ao plano fidelidade da cia do seu interesse!
Amei a novidade e espero muito em breve usar as minhas milhas para ir a Toronto e lá trocar novamente os meu pontos acumulados no plano fidelidade da rede de farmácias Shoppers Drug Mart por outro perfume Giorgio Armani Mania, afinal, o que troquei ano passado e economizei CAD 70,00 já está acabando!!!